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De importância fundamental para a vida é o amor, sem o qual o ser humano permaneceria no primarismo dos fenômenos biológicos.
O amor vige em todas as expressões da Natureza, mesmo quando não identificado sob essa denominação, qual ocorre nas Leis que regem a Criação, expressando harmonia e ordem.
À medida que o ser abandona as faixas iniciais do processo da evolução, os instintos em predomínio em sua natureza imiscuem-se nas expressões do amor que tem origem divina e transformam esse sentimento em conflito, reação, gerando dificuldade de comportamento e de crescimento emocional.
Lentamente porém, o amor rompe as amarras em que se encontra detido e expressa-se através de incontáveis recursos que terminam por comandar as aspirações, as palavras e os atos das criaturas.
Vencer os degrais iniciais, superando os desafios naturais que surgem como consequência do trânsito nas faixas mais primitivas é o dever a que todos se faz imposto pela necessidade de adquirir e preservar a saúde nas suas mais variadas expressões e complexidades.
O amor é o sentimento superior que brota espontâneamente no ser humano. Não necessita ser conquistado, nem se reveste de qualquer atavio exterior para impressionar ou atingir a sua meta.
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É indispensável abrir-se ao amor, a fim de que o amor se assenhoreie do coração e passe a comandar as disposições existenciais, tranaçando planos grandiossos para o futuro.
O amor leva à integridade moral, quando pensa que ele conduz à perfeição.
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A busca da integridade moral, que resulta do amor, deve ser a meta atingida por todos aqueles que se preparam para uma existência feliz.
… se persegue a integridade moral, física, emocional conscientizando-se dos deveres e responsabilidades para com a vida, eis que a falta do amor que lhe não chega cede lugar à harmonia íntima e ao interesse de amar, devolvendo em carinho tudo quanto recebeu em acrimônia, porque sabe quanto aflige e magoa o desinteresse e a agressividade de que foi vítima.
O Despertar do Espírito, Joanna de Ângelis – Divaldo Franco






