Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 16, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
“Lamentavelmente, as religiões tradicionais, embora o respeito e a consideração que nos merecem todas as Escolas de Fé, não lograram desmistificar a morte, tranquilizando os que ficam no mundo, e preparando, por antecipação, os que partem.
“Ao Espiritismo, com a sua estrutura ético-religiosa firmada no Evangelho de Jesus, cabe a grandiosa tarefa de diluir das mentes o pavor da morte, educando os homens sobre a maneira de encará-la, ao mesmo tempo ensinando a valorização da vida.
“Ressalvadas outras finalidades expressivas, as sessões práticas ou mediúnicas do Espiritismo assumem, igualmente, a função consoladora, pelo lenir de saudades e diminuir de dores que propiciam, através do abençoado intercâmbio espiritual, não somente das Entidades Veneráveis, como daquelas que sofrem ensinando pela dor a correta vivência do amor… Mas também, pelo facultar o retorno dos seres amados ao convívio afetuoso, pela palavra oral ou escrita, nas materializações ou nas fortes induções mentais do caráter intuitivo. Escola de bênçãos superiores, a sessão de intercâmbio é medicação para os Espíritos de ambos os lados da vida, estímulo e prova da sobrevivência, por cujo valioso concurso assumem-se responsabilidades morais e coragem para vencer as vicissitudes do caminho de ascensão…”
A mediunidade e os que se foram
Este item foi postado em 13/10/2011 (Thursday) 06:27 na(s) categoria(s) Desencarnação. Você pode seguir os comentários deste post em RSS 2.0 feed.
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