Revista Reformador, Julho de 2011 – Editorial.
Neste ano de 2011, estamos comemorando os 150 anos de existência de O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec. Para se entender a importância desta comemoração, basta lembrar que, a despeito de sempre ter existido a comunicação com os Espíritos, o citado livro é o primeiro que surgiu tratando o fenômeno mediúnico com profundidade, pesquisando as leis que o regem e apresentando o resultado de uma pesquisa feita de forma absolutamente lógica, racional, coerente e compatível com as exigências de uma pesquisa séria.
Nessa obra, tal como ocorreu posteriormente em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec observa a importância da postura moral de todos os que são levados a se relacionar com a prática da mediunidade. Destaca, desta forma, a necessidade de se utilizar a comunicação com os Espíritos vinculada a uma vivência das leis morais que emanam da Providência Divina, explicitadas e vivenciadas por Jesus, conforme consta do seu Evangelho.
Sendo a mediunidade assentada nos princípios da lei de afinidade, a sua prática associada ao esforço da vivência dos mais nobres princípios morais descortina para os que a praticam, o contato com os Espíritos superiores e com a forma de vida nos mundos mais elevados que nos esperam, estimulando-os a agilizar a sua evolução para mais rapidamente alcançarem os níveis superiores da existência espiritual, onde reinam a paz, a solidariedade e a fraternidade.
Para melhor entendermos a importância da mediunidade praticada à luz do Evangelho de Jesus, basta lembrarmos o exemplo deixado por Francisco Cândido Xavier, que conseguiu reunir uma obra cultural, que ultrapassa mais de 400 títulos, abordando os mais variados assuntos à luz das Leis Naturais, com a prática da caridade constante em favor dos mais necessitados, fossem essas necessidades de caráter material, espiritual, moral, intelectual ou psicológico.
Estudando O Livro dos Médiuns, entendemos melhor o trabalho sacrificial realizado pelo nobre seareiro que foi Chico Xavier, o qual descortinou para a Humanidade uma Nova Era, com um número cada vez maior de pessoas que se comunicam com os Espíritos e se empenham em construir hábitos próprios, caracterizados pela vivência das Leis de Deus, dentre as quais se destaca a Lei de Amor.
O Exemplo de Chico Xavier
Este item foi postado em 08/08/2011 (Monday) 07:16 na(s) categoria(s) Mediunidade. Você pode seguir os comentários deste post em RSS 2.0 feed.
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© Prece de Luz 2012.
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