Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 11, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
“As drogas liberam componentes tóxicos que impregnam as delicadas engrenagens do perispírito, atingindo-o por largo tempo. Muitas vezes, esse modelador de formas imprime nas futuras organizações fisiológicas lesões e mutilações que são o resultado dos tóxicos de que se encharcou em existência pregressa.
“De ação prolongada, a dependência que gera, desarticula o discernimento e interrompe os comandos do centro da vontade, tornando os seus usuários verdadeiros farrapos humanos, que abdicam de tudo por uma dose, até a consumpção total, que prossegue, entretanto, depois da morte…
“Além de facilitar obsessões cruéis, atingem os mecanismos da memória, bloqueando os seus arquivos e se imiscuem nas sinapses cerebrais, respondendo por danos irreparáveis.
“A seu turno, o Espírito registra as suas emanações, através da organização espiritual, dementando-se sob a sua ação corrosiva. Quando isto ocorre, somente através de futuras reencarnações consegue restabelecer, a contributo de dores acerbas e alucinações demoradas, o equilíbrio que malbaratou.”
Ação das drogas sobre o perispírito
Este item foi postado em 03/10/2011 (Monday) 06:41 na(s) categoria(s) Primitivismo Humano. Você pode seguir os comentários deste post em RSS 2.0 feed.
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© Prece de Luz 2012.
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