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- Saulo!… Saulo!… Por que me persegues?
O moço tarsense não sabia que estava instintivamente de joelhos. Sem poder definir o que se passava, comprimiu o coração numa atitude desesperada. Incoercível sentimento de veneração apossou-se inteiramente dele. Que significava aquilo? De quem o vulto divino que entrevia no painel do firmamento aberto e cuja presença lhe inundava o coração precípite de emoções desconhecidas?
- Quem sois vós, Senhor?
Aureolado de uma doçura balsâmica e um tom de inconcebível doçura, o Senhor respondeu:
- Eu sou Jesus!…
Diante dos olhos tinha, agora, aquele Cristo magnânimo e incompreendido! [...]












