Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 16, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
“Lamentavelmente, as religiões tradicionais, embora o respeito e a consideração que nos merecem todas as Escolas de Fé, não lograram desmistificar a morte, tranquilizando os que ficam no mundo, e preparando, por antecipação, os que partem.
“Ao Espiritismo, com a sua estrutura ético-religiosa firmada no Evangelho de Jesus, cabe a grandiosa tarefa de diluir das mentes o pavor da morte, educando os homens sobre a maneira de encará-la, ao mesmo tempo ensinando a valorização da vida. [...]
A mediunidade e os que se foram
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Especulações sobre as vidas passadas
Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 15, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
- Muitos estudiosos apressados da reencarnação – informou, consciente – mantêm veleidades e ideias fantasiosas que os aguardam, em torno do passado espiritual. Identificam-se nas roupagens físicas de antigos nobres e generais, reis e conquistadores, prelados ilustres e de alta categoria hierárquica nas ordens eclesiásticas, de artistas famosos perdendo tempo precioso em pesquisas e comparações de valor secundário, levantando o passado, para se satisfazerem no presente sem a necessária consideração pela oportunidade nova… [...]
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Ação das drogas sobre o perispírito
Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 11, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
“As drogas liberam componentes tóxicos que impregnam as delicadas engrenagens do perispírito, atingindo-o por largo tempo. Muitas vezes, esse modelador de formas imprime nas futuras organizações fisiológicas lesões e mutilações que são o resultado dos tóxicos de que se encharcou em existência pregressa. [...]
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Influência da postura familiar perante o desencarne
Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 10, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
As lamentações e os impropérios, que a ausência de segurança religiosa, a par da angústia enlouquecedora e da revolta, promovendo cenas que poderiam ser evitadas, produzem, no Espírito recém-liberto, maior soma de desconforto, porquanto, atravessando momentos de alta sensibilidade psíquica, automática vinculação ao corpo sem vida e a família, as atitudes referidas transformam-se em chuva de fagulhas comburentes que os atingem, ferindo-os ou dando-lhes a sensação de ácidos que os corroem por dentro. [...]
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Não há mortes iguais
Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 10, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
Não há mortes iguais. Tendo-se em conta as conquistas morais de cada pessoa, os requisitos espirituais que a cada qual tipificam, os apegos ou não à matéria, as fixações e jogos de interesse, as dependências físicas e mentais, a desencarnação varia de um a outro homem, que experimenta perturbação correspondente, em tempo, ao estado íntimo em que se situa. [...]
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Bezerra de Menezes: o uso das drogas, Parte 2
Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 9, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
“Indispensável valorizar-se o homem, arrancando dele os valores que lhe jazem latentes, manifestação de Deus que ele não tem sabido compreender, nem buscar, por estarem guardados no mundo íntimo, como desafio final para a sua salvação do caos. [...]
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Bezerra de Menezes: o uso das drogas, Parte 1
Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 9, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
- As causas básicas das evasões humanas à responsabilidade, jazem nos conflitos espirituais do ser, que ainda transita pelas expressões do primarismo da razão.
“Espiritualmente atrasado, sem as fixações dos valores morais que dão resistência para a luta, o homem moderno, que conquistou a lua e avança no estudo das origens do Sistema Solar que lhe serve de berço, não consguiu conquistar a si mesmo. Logrou expressivas vitórias, sem alcançar a paz íntima, padecendo os efeitos dos tentames tecnológicos sem os correspondentes valores de suporte moral. Cresceu horizontalmente sem desenvolver a vertical do sentimento elevado. Como efeito, não resiste às pressões, desequilibra-se com facilidade e foge, na busca de alcoólicos, de tabacos, de drogas alucinógenas de natureza tóxica… [...]
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Palestra de Bezerra de Menezes – Preparação
Livro Nas Fronteiras da Loucura, Cap. 9, Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco.
Estava programada, para aquela madrugada, uma reunião na qual o Dr. Bezerra de Menezes deveria proferir uma palestra, abordando o problema das drogas, que afetava a economia social e moral da comunidade brasileira, numa expansão surpreendente entre os jovens.
O relógio do edifício Central, marcava dez minutos para as três. [...]
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